Jardim sustentável tem até orquidário

Materiais reaproveitados compõem uma agradável área externa para a família em Florianópolis

Ao participar de uma mostra de decoração em 2012, o arquiteto Rico Mendonça se deparou com um dilema: o que fazer com o material quando o evento terminar? Jogar fora, nem pensar. Decidiu, então, acomodar tudo no antigo canil que existia no terreno onde construiu sua casa e a dos pais, na Praia dos Ingleses, na capital de Santa Catarina. Até que, quase três anos depois, ergueu ali uma espécie de sala ao ar livre. 

Rico Mendonça, a sobrinha Izabella e a cadela Tecca aproveitam o espaço de 20 m². O deck, parte da parede da casa e um trecho do muro foram revestidos de madeira plástica, enquanto placas de concreto de 1 x 1 m cobrem outro trecho dele. Móveis da Mac, de Florianópolis.

“Quando minha mãe saiu de uma cirurgia, decidi dar um fim às sobras e deixá-la feliz com algo novo”, conta ele. Os perfis de aço que serviram para estruturar uma cozinha em balanço durante a exposição viraram pergolado, enquanto madeira plástica e placas de concreto revestiram paredes. Hoje, o cenário rende agradáveis conversas ao final da tarde.

A área cerca-se de plantas ornamentais: tem lavanda plantada no solo, lírios em vasos no deck e orquídeas suspensas. “Escolhi espécies bem cheirosas”, conta o arquiteto.

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