Tudo azul: peças de décor e projetos com a cor para se inspirar

Céu e mar... seus tons pacíficos ressurgem como uma proposta de trégua em meio ao caos da vida urbana, aludindo a um passado mais contemplativo

Ok, o céu pode às vezes ficar cinzento. Mas sempre estará lá, e é por isso que todos os tons azulados nunca deixam de exercer poder tranquilizante. Palavra de Leatrice Eiseman, do Pantone Color Institute. “O azul transmite confiança e certeza”, afirma ela. Não por acaso, a nuance prevalece na tradição de muitas culturas, como lembra a arquiteta Jô Vasconcellos, responsável pelo Museu da Cachaça de Salinas. “Escolhemos a caiação com pigmento anil por ser muito utilizada na arquitetura vernacular do interior de Minas Gerais.

Uma casa portuguesa: O azul no tom Klein foi escolhido como “cor de pontuação”, segundo o arquiteto Filipe Magalhães, para o projeto de 180 m² em um condomínio residencial no Porto, em Portugal. Assinado pelo Fala Atelier, que elegeu peças minimalistas para decorar o interior.

Uma casa portuguesa: O azul no tom Klein foi escolhido como “cor de pontuação”, segundo o arquiteto Filipe Magalhães, para o projeto de 180 m² em um condomínio residencial no Porto, em Portugal. Assinado pelo Fala Atelier, que elegeu peças minimalistas para decorar o interior. (Ricardo Loureiro/Divulgação)

 

Dessa forma, a comunidade se identifica e se contamina. epois da obra pronta, o bairro se encheu de casas das mais diversas cores, criando espaços alegres e receptivos.” A tradição também influencia na escolha do matiz para os projetos do Fala Atelier, conta o arquiteto Filipe Magalhães. “O azul é muito português, fala do mar, do céu aberto, dos azulejos, mas ao mesmo tempo é abstrato, artificial, pensado. Confere caráter ao ambiente…”

Bloco de cor: O Museu da Cachaça de Salinas, em Minas Gerais, projeto de Jô Vasconcellos, privilegiou volumes com paredes espessas de alvenaria que remetem à arquitetura tradicional da região: são mais de mil m² de fachada colorida.

Bloco de cor: O Museu da Cachaça de Salinas, em Minas Gerais, projeto de Jô Vasconcellos, privilegiou volumes com paredes espessas de alvenaria que remetem à arquitetura tradicional da região: são mais de mil m² de fachada colorida. (Junia Mortmer/Divulgação)

Veja a seguir peças de décor que apresentam esse matiz:

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