Obras públicas de Tomie Ohtake serão restauradas

A iniciativa recuperará as cores dos projetos da artista plástica espalhados por municípios do país

Criações assinadas por Tomie Ohtake nas cidades de São Paulo, Guarulhos, Santo André e Santos terão a pintura revitalizada. A iniciativa é fruto de uma parceria entre o instituto que leva o nome da artista e a AkzoNobel, empresa detentora de marcas de tintas.

O estado de conservação de esculturas e painéis de Tomie foi o critério utilizado para selecionar os trabalhos a serem recuperados. São eles:

Parque do Emissário Submarino, Santos (2008)

A peça de aço de 60 toneladas possui 15 metros de altura. (Foto: Divulgação/ Tuca Reines).

Escultura na via de acesso do Aeroporto internacional de Guarulhos, Cumbica (2008)

A obra em aço carbono mede 9 m de altura e pesa 20 toneladas. (Foto: Divulgação)

Paço Municipal de Santo André (2013)

Do mesmo material do trabalho anterior, a criação tem dimensões de 2,5 x 6 x 12 m e pesa 15 toneladas. (Foto: Divulgação/ Tuca Reines)

Ladeira da Memória, Anhangabaú, São Paulo (1984)

Na parede cega do edifício localizado no Vale do Anhangabaú, a pintura com tinta epoxy cobriu a área de 1210 m². (Foto: Divulgação)

Av. 23 de maio, em frente ao Centro Cultural São Paulo (1998)

O colorido voltou a destacar a escultura de concreto armado em uma das principais vias da capital paulista. As faixas, com 30 m de comprimento cada, representam as quatro gerações de “nikkeis”, como são chamados os descendentes de japonês, no Brasil. A proximidade das ondas é intencional para dar a sensação de conjunto e continuidade. (Foto: Divulgação/ Tuca Reines)

Antes da revitalização. (Foto: Divulgação/ Tuca Reines)

Em tempo

As inscrições para o Prêmio de Arquitetura Instituto Tomie Ohtake AkzoNobel 2017 vão até 30 de abril e devem ser realizadas por meio do site da fundação.

(Foto: Divulgação)

Arquitetos brasileiros ou estrangeiros (residentes no Brasil há ao menos dois anos) com até 45 anos de idade podem enviar seus projetos construídos nos últimos dez anos. “A ideia é incentivar a arquitetura nacional e mostrar o entendimento dela pelos mais jovens”, diz o arquiteto Ricardo Ohtake. Os jurados estarão de olho na inventividade dos trabalhos, no uso de materiais e tecnologias diferentes, no apelo sustentável e na preocupação das propostas com o entorno.   

Os três primeiros colocados ganharão uma viagem arquitetônica internacional. Além disso, os dez projetos finalistas ficarão expostos no instituto de 10 de agosto a 17 de setembro.

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