Portfólio: 4 projetos do arquiteto Gui Mattos

À frente do escritório paulistano que leva o seu nome, o profissional ganhou destaque no prêmio Architizer A + Awards 2017

Em três décadas de carreira, o arquiteto Gui Mattos revela dedicação extrema ao projeto. “Investimos milhares de horas numa proposta, literalmente”, garante.

“Uma boa residência deve atender ao programa com o máximo de funcionalidade, ter uma escala coerente com o lote e com o entorno, tirar partido da insolação e da ventilação e buscar uma identidade própria”, diz o arquiteto brasileiro.

“Uma boa residência deve atender ao programa com o máximo de funcionalidade, ter uma escala coerente com o lote e com o entorno, tirar partido da insolação e da ventilação e buscar uma identidade própria”, diz o arquiteto brasileiro. (Divulgação/Gal Oppido)

Abaixo veja quatro trabalhos do profissional, sendo um deles o segundo de sua carreira.

Residência Itamambuca, Ubatuba, SP, 2016: a casa toda cercada de vidro e com cobertura de concreto invertida rendeu ao arquiteto o prêmio internacional do site Architizer na categoria residências. Não por menos: dentro dela, a sensação de amplitude ressalta o entorno verde. “Simplicidade e consistência são virtudes desta proposta”, afirma Gui.

Residência Itamambuca, Ubatuba, SP, 2016: a casa toda cercada de vidro e com cobertura de concreto invertida rendeu ao arquiteto o prêmio internacional do site Architizer</a (Divulgação/Nelson Kon)

 

Residência Conchas, São Sebastião, SP, 2015: uma casa confortável e com telhado. Do desejo dos clientes, surgiu a cobertura em duas águas e com tesouras à mostra. “Estreita, a claraboia longitudinal ao longo do espaço reforça a sensação meio dentro, meio fora, uma vez que a luz filtrada por ela cria sombras que dançam ao longo do dia”, conta Gui.

Residência Conchas, São Sebastião, SP, 2015: uma casa confortável e com telhado. Do desejo dos clientes, surgiu a cobertura em duas águas e com tesouras à mostra. “Estreita, a claraboia longitudinal ao longo do espaço reforça a sensação meio dentro, meio fora, uma vez que a luz filtrada por ela cria sombras que dançam ao longo do dia”, conta Gui. (Divulgação/Leonardo Finotti)

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Residência Boa Vista II, Porto Feliz, SP, 2014: neste refúgio de fim de semana, varanda e estar foram posicionados estrategicamente no platô do terreno por um motivo nobre: tirar partido da vista e do pôr do sol do interior de São Paulo. “A fusão entre exterior e interior une ainda mais os usuários, mesmo quando eles estão em atividades diferentes”, comenta.

Residência Boa Vista II, Porto Feliz, SP, 2014:</strong (Divulgação/Alain Brugier)

 

Residência Camburi I, São Sebastião, SP, 1989: Com jeito de cabana de pescador, o refúgio erguido sobre pilotis de madeira é o segundo trabalho da carreira de Gui Mattos – feito em parceria com o arquiteto Pérsio Mendes. “Tive a felicidade de encontrar um cliente que buscava algo muito simples. Chegava com uma proposta e ele dizia: ‘menos, menos’.” A casa existe até hoje.

Residência Camburi I, São Sebastião, SP, 1989:</strong (Divulgação/Alain Brugier)

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