Na Cidade do Cabo, casa fica às margens do Oceano Atlântico

A paisagem diária que cerca o imóvel é de tirar o fôlego

Abraçada pelo mar azul, a Costa Atlântica da Cidade do Cabo é conhecida como a Riviera da África do Sul. Ali, na badalada e cara praia de Clifton, destaca-se a casa do arquiteto Jan-Heyn Vorster e de seu companheiro, Pieter Bruwer. Projetado pelo próprio Jan-Heyn em parceria com o sócio Pieter Malan, donos do Malan Vorster Architecture Interior Design, o refúgio de 788 m² parece escalar o terreno montanhoso com seus patamares aclive acima, a começar pela garagem, cavada como um porão no lote.

 (Greg Cox/Bureaux/Divulgação)

Leia também: Natureza e arquitetura se unem nessa morada na Africa do Sul

Acima dela, acomoda-se um andar dedicado aos eventuais hóspedes e também aos cômodos de serviço, como lavanderia e depósito de equipamentos, além de adega. A área de estar e a íntima vêm por último, ocupando os níveis mais altos e nobres, invadidos pela paisagem.

 (Greg Cox/Bureaux/Divulgação)

 (Greg Cox/Bureaux/Divulgação)

 

Não por acaso, na fachada, predomina o acabamento com pedras naturais da região. “Elas reforçam o caráter orgânico, como se a morada fizesse parte da montanha”, fala Pieter. Tudo isso para que a construção não parecesse um prédio maciço e alto demais, ferindo o precioso horizonte.

 (Greg Cox/Bureaux/Divulgação)

 

 (Greg Cox/Bureaux/Divulgação)

 (Greg Cox/Bureaux/Divulgação)

 

 (Greg Cox/Bureaux/Divulgação)

“Assim, os elementos de concreto surgem como placas flutuantes e você experimenta o contraste entre sólidos e vazios, com espaços internos que se abrem completamente”, define Pieter. Essa conexão com a natureza não acontece apenas visualmente. Soluções sustentáveis permeiam toda a edificação.

 (Greg Cox/Bureaux/Divulgação)

 

Temos placas solares para aquecer a água, o piso radiante e a piscina e um sistema fotovoltaico para gerar energia elétrica.” No interior, fechado com largas esquadrias de correr e painéis ripados, um jogo neutro se estabelece entre os materiais de base: concreto, madeira, aço e rocha.

 (Greg Cox/Bureaux/Divulgação)

 (Greg Cox/Bureaux/Divulgação)

 

 (Greg Cox/Bureaux/Divulgação)

“Pretendemos oferecer uma experiência acolhedora, com ênfase em peças artesanais na decoração”, revela Pieter. Entre as cores, imperam azul, cinza, bege e branco. “Essas escolhas sublinham nossa filosofia de criar uma sensação de atemporalidade e calma”, detalha Jan-Heyn. A mesma calma da passagem do tempo nos momentos de lazer ali, diante do vasto oceano.

 (Greg Cox/Bureaux/Divulgação)

 

 (Greg Cox/Bureaux/Divulgação)

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