Conheça os diferentes tipos de LED e suas especificações

A cada ano, os fabricantes descobrem novas aplicações para o LED, levando o sistema a conquistar adeptos em função de sua variedade

FITAS

 (Divulgação/Divulgação)

Nesse caso bem-sucedido da miniaturização da tecnologia, há vários pontos distribuídos numa fita ligada ao circuito eletrônico gerador de luz e de transformação de tensão, chamado driver. Esse dispositivo pode ou não estar embutido na peça. Se antes os produtos eram mais frágeis (podendo acumular poeira ou desgrudar), hoje existem versões encapsuladas em mangueiras plásticas, com ou sem difusor. O arquiteto Gustavo Calazans, adepto da fita, alerta sobre alguns cuidados. “A fixação num móvel, por exemplo, deve ser firme. Não confie só nos autocolantes originais”, ensina. Há opções coloridas, brancas ou com mistura de tons, todas ideais para sancas, espelhos e móveis.

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LUMINÁRIAS

 (Divulgação/Divulgação)

Consideradas a evolução do sistema, as peças projetadas para uso exclusivo com LED prometem oferecer melhor distribuição de luz. As opções de desenho comum, inspiradas em arandelas e plafons, tendem a ser delgadas – tirando partido da pequena dimensão do diodo luminoso. Designers como Patricia Urquiola, Ingo Maurer, Ana Neute e Rafael Chvaicer já criaram coleções inteiras com esse partido. Na foto acima, um exemplo: abajur (RK.04254P) para leitura da Reka.

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LÂMPADAS

 (Divulgação/Divulgação)

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Hoje é possível dizer que existe um modelo de lâmpada capaz de substituir aquelas mais conhecidas pelo público. “As lâmpadas do tipo bulbo, com formato pera e soquete E 27, as do tipo MR 16 ou 11 similares às de mesmo nome halógenas dicroicas e as PAR e AR são alguns dos exemplos que permitem a simples troca na luminária de casa”, explica Arthur Grellet, da Abilumi. Há ainda as tuboled, versão das fluorescentes típicas de cozinha. Os tamanhos-padrão de 0,60 e 1,20 m permanecem. “Nesse caso, a substituição dá um pouco mais de trabalho, mas um eletricista pode retirar o reator antigo e fazer a ligação do fio de energia diretamente no soquete da tuboled”, diz Guinter Parschalk.

 (Reprodução/Divulgação)

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