Casa brilha em meio a um bosque de pinheiros

Morada foi implantada na parte mais baixa de um generoso terreno, em Campos do Jordão

A pele de vidro que envolve a parte da frente da Casa Mororó, como foi batizado o refúgio de fim de semana de 730 desenhado por Marcio Kogan, Maria Cristina Motta e Diana Radomysler (decoração), do paulistano Studio MK27, faz de seu interior uma espécie de farol quando o dia cai e as luzes se acendem. Assim, ela parece iluminar o vale em que foi instalada na propriedade de 17.800 .

Com esse posicionamento contrário ao imaginado pelos clientes, que a queriam no topo do lote, a residência acabou mais envolvida pela natureza do entorno. Dentro, o bloco opaco recebe sala, quartos e serviços ao longo de um comprimento de 50 m. À maneira dos típicos chalés, o domínio da madeira (tauari) como revestimento de paredes e teto traz o necessário acolhimento à região montanhosa, de clima frio.

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