Loft evidencia a beleza do tijolinho e do concreto aparente

Para emprestar ares de casa ao apartamento com jeito de galpão, a varanda ganhou protagonismo à frente do estar

Do alto do 16º andar do condomínio em um movimentado bairro de São Paulo, o terraço a céu aberto faz as vezes de quintal no loft de 170 metros quadrados, proporcionando uma atmosfera caseira ao imóvel de apelo industrial.

Para tanto, o espaço recebeu bancos confortáveis em L, uma mesa redonda, plantas, churrasqueira e até uma pequena hidromassagem com deck. A fim de atender às demandas do morador, um jovem solteiro que aprecia receber, o local de descanso e confraternização só exigia maior conexão com a área interna.

A antiga piscina deu lugar a uma hidromassagem de 2 x 2 m revestida de azulejos de 5 x 15 cm (padrão Aquarela Cobalto, da Portobello). Deck e banco são de itaúba (Hidrotech) e o piso leva travertino nacional (Mont Blanc). Fixado no alto da fachada, o coletor de água das varandas dos andares superiores é original do condomínio. Almofadas azuis da Codex Home. (Divulgação/Adriano Escanhuela)

Assim, o acesso entre os dois lados – uma porta de 1,63 metros de comprimento – deu lugar a uma abertura com esquadrias envidraçadas de quase cinco metros. Estava definida a conformação que pautaria a reforma do apartamento, comandada pelo escritório Paula Bittar Arquitetura.

Como primeiro resultado dessa intervenção, a ligação entre varanda e ala social permitiu ao morador interagir com seus convidados de qualquer ambiente, além de poder assistir à TV até da hidro.

A fim de compensar a claridade abundante no loft cheio de aberturas, janelas e portas externas ganharam toldos retráteis do tipo blackout (Arthur Decor), acionados por controle remoto. (Divulgação/Adriano Escanhuela)

Em prol da circulação, a passagem recebeu portas de correr com quatro trilhos independentes, capazes de recolher as folhas de diferentes modos. Outra medida para otimizar o entra e sai foi manter livre o trecho entre cozinha e living.

Na decoração, a premissa de incorporar aconchego à feição de galpão está expressa no uso da madeira em pontos estratégicos: no piso da sala e do quarto (perobinha), na mesa da cozinha e na cabeceira da cama e nas portas internas (freijó). No mais, reina a ênfase nos acabamentos originais aparentes, do tijolinho mesclado ao cimento queimado nas paredes à estrutura metálica.

Vigas e escada foram pintadas com tinta esmalte preto fosco. (Divulgação/Adriano Escanhuela)

“Decidimos dar continuidade a esse estilo em outros momentos, como nos tetos do estar, do quarto e do lavabo e em algumas  vigas, cobertas com um composto cimentício com aspecto de concreto aparente”, comenta a arquiteta Paula Bittar.

Veja aqui mais fotos do projeto na galeria a seguir!

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